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A Grande Maça – Capítulo 29 – Sem Escolha

Passou-se três semanas e eu ainda ficava pensando em como o destino era cruel e tinha um senso de humor sombrio. Meu novo professor era Stan. Até o momento Stan não tinha falado nada sobre o passado comigo. Eu tive que inventar uma história para Marley explicado porque eu conhecia Stan, e parece que ela engoliu quando disse que ele era um ex-namorado.

Eu continuava no apartamento de Warren, ele tinha insistido para que eu não fosse embora e eu tinha aceitado.

Certo dia na faculdade ia saindo da sala com a Marley e Stan chamou minha atenção.

– Fry. – falou ele.

– sim? – respondi.

– você se incomoda de ficar um pouco mais? – falou Stan terminando de guardar suas coisas.

Marley olhou pra mim e tentou segurar um sorriso.

– te veja mais tarde então – falou ela. – até amanhã professor Stan. – falou ela.

– até amanhã Marley – falou Stan – tenha uma boa noite e cuidado, pois já está tarde.

Ela saiu da sala e eu fiquei esperando para ver o que Stan iria dizer.

Stan pegou sua mala e seu notebook e colocou no braço.

– você pode vir comigo? – perguntou ele.

– para aonde? – falei quando ele passou por mim e colocou o braço para abrir a porta.

Ele parou e olhou pra mim.

– aonde? – perguntou ele.

– sim aonde?

Stan se aproximou de mim e ficou a apenas meio metro de mim.

– imagine um lugar confortável em que você possa ficar pelado e ajoelhado com meu pau na boca.

– como é que é? – perguntei me afastando indignado.

– isso mesmo que você ouviu.

– eu não sei quem você pensa que eu sou, mas não faço mais isso.

– eu não penso que você é nada. Eu lembro que você mamou gostoso no meu pau e bebeu todo o leitinho por dinheiro.

Eu olhei pra ele e apenas me afastei e tentei dar a volta.

– você vai se arrepender disso. – falou Stan.

– você não vai fazer nada, ou vai perder o emprego – falei para Stan.

– você não vai falar nada – falou Stan segurando meu braço.

– me solta.

– você não vai falar nada ou então seu namorado Warren vai saber sobre seu passado.

Eu congelei quando ele disse aquilo.

– exatamente. Eu sei sobre seu namorado. Eu vejo ele te buscar e eu duvido que ele saiba sobre seu passado.

– você não faria isso. – falei.

Ele ficou olhando pra mim por alguns segundos.

– você pode vir comigo? – perguntou Stan dessa vez abrindo a porta e saindo.

Eu tinha duas escolhas, ou seguia Stan e fazia o que ele mandasse durante todo o período em que eu estudasse ou arriscava pôr por água abaixo todo o meu relacionamento com Warren.

Eu então sai da sala e segui Stan imaginando para onde iriamos. Logo chegamos ao estacionamento e entramos no carro dele.

– foque a vontade. – falou Stan colocando o cinto.

– vai se foder – falei colocando o cinto também.

– digo o mesmo pra você – falou ele rindo da minha cara.

Nós logo saímos e fomos em direção a casa dele.

– seu namorado não vai te buscar hoje não? Eu não quero que ele desconfie e também não quero estragar seu relacionamento.

Eu não respondi nada, eu apenas ignorei.

Logo que chegamos na casa dele ele estacionou o carro na garagem e nós saímos.

Naquele momento eu nem acreditava no que ia fazer, eu iria trair o Warren, mas pensando bem não seria uma traição seria um trabalho. Talvez fosse mais fácil contar para o Warren, mas eu não sabia a reação dele e eu era muito sortudo por ter encontrado alguém como ele para cuidar de mim.

– vem no papai – falou Stan assim que entramos na sala. Ele jogou o que tinha na mão e veio em minha direção.

Eu apenas fechei os olhos e dei um selinho na boca dele e logo após Stan enfiou a língua na minha boca.

Ele colocou as mão na minha cintura e pressionou seu corpo contra o meu. Eu senti seu corpo quente e musculoso se esfregando em mim.

Stan chupou meu lábio inferior.

– eu sei que eu fui um canalha na última vez que estivemos juntos, deus sabe que eu ainda sou um canalha pelo jeito que falei com você hoje mais cedo.

– ainda bem que sabe – falei colocando minha mão direita em seu peito.

– mas eu posso te garantir uma coisa, eu não sou mais um canalha na cama.

– sei – falei me afastando dele e me sentando no sofá. – você mudou tanto que está me obrigando a fazer sexo com você.

– não veja isso como uma obrigação, mas como uma troca de favores.

Ele se aproximou de mim e eu fiquei com o volume na calça dele bem na frente do meu rosto. Eu olhei para Stan e fiquei pensando no que eu faria.

– eu exijo uma coisa – falei ignorando o volume na calça e olhando nos olhos dele.

– o que você quiser. – falou ele com um sorriso de lado.

– eu quero que você me pague pelo serviço.

– mas você disse que não é mais garoto de programa. – falou Stan.

– sim, eu não sou, e como você disse você não está me obrigado a fazer sexo com você. Se eu fizer eu vou estar traindo meu namorado, mas se você me pagar não terá sido traição.

– tudo bem – falou Stan colocando a mão na minha cabeça e aproximando do volume. Eu coloquei a língua pra fora e lambi o volume dele. Dava mordidinhas de leve. Eu sentia o cheiro gostoso de macho suado e isso me ajudou a ficar excitado.

Eu abri o zíper e vi que ele estava com uma cueca verde e que tinha gotas de urina nela.

– não sabe sacudir o amiguinho antes de guardar? – perguntei abaixando a cueca e tirando o pau dele pela braguilha e arregacei o pau deixando à mostra a cabecinha e dando uma lambida sentindo o gosto de leve de urina.

– qual o problema? – perguntou ele com um sorriso de lado – você está com meu amiguinho na boca.

Deu um beijo na cabecinha e comei a chupar o pau dele deliciosamente. Stan gemia e alisava meus cabelos e de vezem quando ele apertava o pau na minha garganta me fazendo engasgar.

– vou fazer você mamar igual uma bezerra no meu pau.

Eu me levantei e dei um beijo de língua na boca dele. Eu batia punheta pra ele, enquanto Stan tirava minha roupa. Quando eu estava pelado Stan tirou toda a roupa e me colocou de quatro no sofá. Ele se abaixou e deu duas mordidas em cada bunda minha e abriu ela com suas mãos fortes e enfiou sua língua quente no meu rabo.

Eu delirei sentido a língua dele na minha bunda. Meu pau estava duro e babando sentindo aquele homem me fazendo um cunete maravilhoso.

Ele ficou em pá e encostou seu pau na minha bunda e bateu ele no buraquinho.

– tem camisinha? – perguntei.

– sim – falou ele indo até a carteira dele e tirando uma. Ele abriu ela e colocou no pau e veio por trás e deu uma cuspida e posicionou atrás de mim e enfiou a cabecinha.

– enfia tudo – falei fechando os olhos e sentindo aquela tora entrando dentro de mim.

Ele começou a rebolar nem devagarinho e seu pau começava a entrar deliciosamente e aos poucos eu sentia minhas pregas sendo arregaçadas. Afinal o pau dele era mais grosso que do que do Warren.

Ele enfiou tudo e começou a forte.

Eu gemia gostoso e Stan também gemia enquanto me fazia delirar.

Eu estava com ódio daquele momento, não porque estava ruim, mas porque estava realmente bom. Stan era um canalha idiota, mas era um canalha idiota que sabia foder.

Ele tirou o pau do meu rabo ele deitou no sofá e me mandou sentar no pau dele. Eu abaixei e chupei bastante lubrificando bastante e logo enfiei tudo de uma vez e Stan bombou forte e rápido fazendo meu cu pegar fogo. Meu rabo ardia e meu pau babava.

Depois de uns 15 minutos fodendo e parando em alguns momentos para que Stan não gozasse eu me levantei e Stan mandou que eu ficasse de joelhos no chão.

– abre a boca porque agora você vai mamar igual uma bezerra e beber todo meu leitinho.

Ele tirou a camisinha e logo começou a se masturbar. Alguns segundos depois um jarro forte foi bem na minha cara. Ele abaixou um pouco e mirou na minha boca e o resto foi dentro dela.

A medida que a porra com cheiro forte ia entrando na minha boca eu cuspia ela fora. Logo Stan caiu sentado no sofá e ele estava suado e cansado.

Eu ainda ajoelhado me aproximei dele e chupei o pau que estava quase mole. Eu lambi a virilha dele e dei um beijo no saco.

– você adora meu pau – falou Stan.

– não seja convencido. Você é só um cliente. Um cliente indesejado, mas um cliente.

Eu me levantei e Stan me orientou até o banheiro aonde eu tomei um banho e lavei a boca. Depois de uns 30 minutos eu estava pronto para ir embora.

– quando foi – falou Stan sentado na cama apenas com uma cueca branca.

– U$ 200,00 – falei.

– tudo isso? – perguntou ele.

– sabe como é né? Eu não estou mais fazendo isso, mas para uma exceção como essa é me arriscar demais e preciso de uma boa motivação pra fazer isso.

Stan chamou um taxi e me entregou o dinheiro. Nós fomos até aporta.

– por quanto tempo vou ter que fazer isso.

– não sei – falou Stan – apenas quando eu quiser e estiver com vontade.

– tudo bem.

– seu namorado não vai desconfiar de nada?

– vou dizer ao Warren que estava com a Marley.

– te vejo na faculdade – falou Stan.

Eu apenas me virei e sai assim que ouvi o barulho do taxi chegando. Logo cheguei a casa do Warren. Eu peguei minha chave a abri a porta. O relógio na sala marcava 1:50 da manhã.

Eu fui até o quarto esperando ver Warren deitado, mas ele não estava. Eu peguei o celular para ligar para ele assim que me sentei na cama, mas antes que eu conseguisse discar eu ouvi o barulho do carro dele sendo estacionado. Eu arranquei minha roupa de uma vez e me deitei como se já estivesse a muito tempo, quem sabe eu não precisaria inventar uma desculpa.

Eu me virei e fiquei esperando. Ouvi ele entrando, colocando as chaves na mesa, subindo as escadas e logo abriu a porta do quarto. Eu fiquei deitado como se já estivesse dormindo a muito tempo. Ele entrou no banheiro urinou e logo saiu.

Ele se deitou no meu lado e deu um beijo na minha nuca.

– Fry, está acordado? – perguntou ele.

– agora estou – falei fingindo estar espreguiçando.

– demorei muito a chegar hoje – falou ele dando um selinho na minha boca.

– fiquei com saudades – falei dando um sorriso e beijando ele de língua. Eu chupei a língua dele e ele deu uma mordida de leve no meu lábio inferior.

– eu estou tão cansado – falei para Warren.

– sério? – perguntou ele dando um beijinho no meu pescoço

– estou sim.

– é uma pena porque estou com tanta saudades sua, estou morrendo de tesão doido pra comer essa bundinha sua, deve estar apertada.

Ele disse isso passando a mão na minha bunda. Eu ainda estava de cueca. Eu estava com medo porque Warren não era bobo se ele visse minha bunda ele saberia que eu tinha transado afinal eu estava arrombado e minhas pregas tinham sido rasgadas, mas talvez nesse escuro ele não percebesse.

– mas se você está cansado… – falou Warren dando um selinho e se virando para deitar, mas antes que ele fizesse isso eu enfiei a mão na cueca dele e massageei o pau dele que estava meia bomba.

Ele fechou os olhos e gemeu.

– mudou de idéia? – perguntou ele

– impossível resistir a você – falei dando um beijo nele e chupando a língua dele enquanto o pau ficava duro como uma pedra em minha mão. O pau até babava.

– me fode! – falei para Warren.

– mas já? – perguntou ele.

– sim falei soltando o pau dele e tirando minha cueca.

– você deve estar morrendo de tesão.

Ele então se posicionou em cima de mim eu levantei as pernas como frango assado e ele colocou a cabecinha na porta e rebolando ele enfiou. Doendo um pouco, pois estava ardendo.

– quentinho seu rabo – falou Warren.

– delícia me fode.

Warren começou a foder meu rabo bem devagarinho e eu alisava seu peito enquanto ele me comia.

– e então? – perguntou Warren.

Entre uma gemida e outra eu perguntei.

– e então o que? – falei dando um selinho nele.

– o pau dele é mais gostoso que o meu? – perguntou Warren.

Na hora eu levei um choque.

Warren continuou me fodendo bem devagar.

– vo.. você sabe? – perguntei surpreso.

– o que você acha? – falou Warren me beijando de língua.

– mas, mas como? – perguntei.

– eu fui te buscar na faculdade hoje, eu não te liguei é claro, mas então eu te vi saindo com um homem no carro dele e eu segui. Você entrou no apartamento dele ás 23:10 e só saiu de lá ás 01:30.

– me perdoa. – falei.

Warren parecia não se importar e continuava me fodendo a esse ponto não estava com tanto tesão.

– não te culpo Fry – falou ele dando um selinho. – a culpa é minha, eu tenho trabalhado muito ultimamente. Quanto tempo faz que nós não transamos? Duas semanas? A culpa é minha por não te dar atenção.

Ele falou isso e enfiou tudo de uma vez bem no fundo do meu rabo. Isso me fez ficar excitado outra vez.

– a culpa não é sua Warren. Eu vou te explicar. – falei alisando o rosto com uma barba por fazer.

– não precisa – falou Warren tirando o pênis da minha bunda. – deita de lado – falou ele.

Eu me deitei de lado e ele deitou atrás de mim e levantou minha perna direita e enfiou o pau na minha bunda outra vez. Ele me fodeu gostoso e por um momento eu esqueci o que estava acontecendo.

– deixe eu te explicar – falei.

Warren parou de bombar forte e começou a rebolar bem devagar. Ele beijou minha nuca.

– não quero saber de nada, não quero saber que é esse homem, não quero saber o que você fez com ele dentro daquele apartamento, nem se é a primeira vez ou já houve outros encontros.

– não é o que você está…

– não quero saber – falou Warren esfregando a barba na minha nuca. – eu confio em você Fry, eu estou te comendo sem camisinha, eu sei que você não transou com esse cara sem camisinha. Eu sei que você me ama.

– mas…

– diz que eu estou mentindo. – falou Warren.

– não – falei.

Eu puxei o braço dele e fiz com que ele me abraçasse. Depois de um tempo ele tirou o pau do meu rabo e se sentou na cama escorando na cabeceira. Eu me sentei do lado dele e dei um beijo no rosto dele.

– eu te amo falei dando um selinho na boca dele e me deitando entre as pernas dele e pegando seu pedaço de carne nas mãos e chupando como um picolé delicioso.

Eu fechei os olhos e chupei bem gostoso o pau dele, agradecido por ele ter sido compressivo comigo.

– para se não eu vou gozar.

– goza na minha boca – falei chupando só a cabecinha.

– tem certeza?

– tenho.

Eu então me deitei na cama e ele se ajoelhou na cama, eu fiquei entre suas pernas com seu saco entre meus peitos.

Ele começou a bater punheta e eu sabia que ele iria gozar rapidamente então abri a boca e logo senti sua porra sendo esguichada na minha língua. Sua porra tinha um cheiro forte e peculiar. Eu engoli tudo e ainda lambi o pau dele deixando ele limpinho.

Warren saiu de cima de mim e se deitou ao meu lado. Ele me puxou e me fez deitar em seu peito do lado esquerdo. Eu repousei minha cabeça e senti o cheiro dele.

– eu te amo – falei.

– também te amo.

– o seu é mais gostoso. – falei.

– o que? – perguntou ele confuso.

– seu pau é mais gostoso do que o dele.

Ele deu uma risada e me apertou me fazendo ficar mais junto dele.

– você não quer saber? – perguntei.

– não – respondeu ele – eu não estava tão presente com você. – falou Warren.

Eu me sentia mal por fazer Warren pensar que era culpado, mas eu não podia contar.

– só quero dizer uma coisa – falou Warren.

– o que?

– eu te amo demais Fry, eu te amo tanto que eu aceito te divide com outros homens.

– como assim?

– eu sei que eu trabalho muito e ficamos muito tempo longe, especialmente o que você está estudado medicina e fica muito tempo estudando e só nos encontramos a noite. Você pode se encontrar com outros homens.

– Warren eu nunca faria isso outra vez. – falei.

– como eu disse, eu te amo demais, e se fizer não precisa esconder de mim, nem ficar com a consciência pesada. Desde que eu tenha certeza de que quando eu chegar em casa terei meu namorado me esperando…

Eu não disse nada apenas dei um beijo no peito dele e coloquei minha mão no pau dele para esquentar.

– só te digo uma coisa – falei –eu sou ciumento e não aceito que você transe com outro homem. Você é só meu. Sei que pode parecer egoísta, mas eu não vou permitir que você faça isso só porque você me autorizou.

– tudo bem – falou Warren – eu sou um homem ocupado, mal tenho tempo para você como terei para outros homens.

– eu te amo. – respondi – mas nunca mais vou transar com outros homens enquanto estiver com você.

Ele apenas me abraçou forte e logo adormeci em seus braços.

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