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Desejos de Colégio – Capítulo 19 – Férias do Rodrigo

Eu dei tudo que eu tinha pro Bernardo. Tudo. 1 único erro era o bastante pra anular toda nossa história? Sei que não lidei da melhor maneira minhas questões, mas eu tentei da melhor maneira possível! Aquele dia, o que aconteceu com Matheus, foi um erro, um erro maior foi não contar pra ele tudo desde o início. Mas Bernardo deveria tentar entender, ele também errou, ele também estava com nós dois e mesmo assim eu não me importava, eu só queria fazê-lo ser meu.

FÉRIAS

Minhas férias estavam um saco. Eu não conseguia fazer nada direito. Nada me despertava curiosidade ou vontade. Não gozava nem batia punheta desde que Bernardo me comeu. Eu literalmente dei tudo que eu tinha pra ele. Isso já fazia 2 semanas.

Olhava as redes sociais dele todos os dias. Ele parecia estar aproveitando as férias. Meu coração mandava ir atrás dele, mas meu cérebro mandava eu esquecer. Ainda tinham 2 semanas de férias. Meus pais me convidaram para viajar, visitar os parentes. Recusei, não aguentava reuniões de família, odiava meus primos. Ainda bem que não fizeram questão que eu fosse.

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Eles deixaram uma grande quantia em dinheiro para eu me virar. Não sabia ainda o que fazer com aquilo nem o que fazer nas férias. Saí para andar de skate pela rua, enquanto pensava no meu passado e em tudo que aconteceu, desejos futuros começaram a brotar na minha mente.

DESEJOS PROFUNDOS

“Quando Bernardo chegasse iria levá-lo para conhecer minha casa. Nela, vazia de pais, iria dizer o quanto o queria de volta. Iria chegar em seu ouvido e falar:

Rodrigo: eu te quero tanto, eu quero te fazer tão feliz

Ele iria olhar pra mim, sorrir daquele jeito dele, chegando perto e me aceitando de volta com o olhar, com o corpo, com o coração. Eu caminharia até ele desabotoando minha camisa no caminho, ficando sem nada ao chegar perto dele. Sentiria sua respiração no meu peito. Ele era bem mais baixo que eu. Olharia ele de cima, com carinho, tirando sua camiseta e fazendo-o corar.

Nossos paus iriam ficar duros de vontade um do outro. Nessa hora iria beija-lo profundamente. Pegando-o no colo e levando-o para meu quarto.

REALIDADE

Meu skate ficou preso em uma pedra na calçada e me fez cair. Minha mente voltou a realidade e percebi que tinha andado demais. Não me machuquei, mas percebi que tinha andado até a casa de Bernardo.

Não sabia porquê tinha ido até ali. Ele estava viajando. Não adiantava de nada. Balancei minha cabeça com força e falei em voz alta “tenho que esquecer ele”.

– Esquecer ele quem? -falou uma voz atrás de mim

Me assustei e me virei. Alí estava Guilherme, o menino do segundo ano que era gay assumido.

Rodrigo: hm, ninguém, deixa -falei assustado

Guilherme: Não precisa esconder, eu sei que você é gay, eu ouvi você e o garoto baixinho na sala de monitoria nos últimos dias de aula, eu já sabia antes disso… É o mesmo garoto que o Matheus fica de mimimi. Não vejo nada de especial nele.

Rodrigo: Não fala assim dele. Ele é o garoto mais especial que conheço.

Guilherme: Especial por quê? Só se for um rabo de ouro mesmo, conseguir fazer 2 garotos ficarem de boboca atrás dele. Ok, ele é bonitinho, mas é pra tanto?

Rodrigo: Você não pode falar do que não conhece.

Guilherme: Eu conheço o mundo gay muito mais que vocês três juntos. Vocês são muito novos pra isso. Ele pode ser um cara legal, pode até ser o seu par perfeito, mas vai deixar de viver sua vida esperando ele decidir o que ele quer?

Rodrigo: Não estou deixando de viver minha vida! -falei bravo

Guilherme: não? o que você fez nas férias até agora?

Eu não tinha resposta. Eu estava deixando de viver minha vida? Eu sabia que tinha um objetivo, de voltar com Bernardo, mas no meio disso tudo eu deixei de ser eu?

Guilherme: Vem, vamos tomar um suco. Me paga um, sou um bom ouvinte.

Fiquei um pouco nervoso com o convite, olhei pra ele.

Guilherme: Não vou te estuprar, garoto, podemos ser amigos.

Rodrigo: tudo bem, vamos lá.

SUCOS

No fim das contas Guilherme era muito legal. Ele sabia mesmo de muita coisa. Me contou cada histórias. Claro, sempre mantendo as identidades em segredo. Eu achando que o colégio não tinham gays, tinham mais do que eu imaginava. Guilherme já tinha transado com 1 dos técnicos de informática, 1 dos moços do bar e 4 alunos. Eu não fazia ideia de quem eram, tudo era um mistério mas as histórias eram muito interessantes, cada uma que ele contava era mais excitante que a outra. Ele viveu tanto, eu prestava atenção e até aprendia muitas coisas só ouvindo!

Guilherme: “Além desses todos eu transei com 2 professores do colégio! A melhor história aconteceu numa reunião de pais e mestres. Sabe aquelas reuniões quando as notas vão mal ou muito bem e chamam os pais? Pois é, minha mãe sempre vai nessas reuniões quando sou chamado por causa de notas ruins ou do meu desempenho perfeito nas corridas, mas nessa reunião que seria numa sexta ela estava viajando pelo trabalho. Como meus pais são separados e ele mora em outra cidade ela pediu pro meu padrasto ir.”

Já estava muito curioso com essa história e com inveja! Olha o quanto Guilherme já tinha feito!

Guilherme: “Não me dou muito bem com ele, mas ele é muito gostoso. Tem 40 anos e é muito bem conservado, seu corpo é bem definido ainda e lisinho. Ele topou ir na reunião com nossos professores. Fui junto para apresentá-lo aos professores e a reunião foi tranquila. Chegando no final, quando conversamos com cada professor que precisamos individualmente meu padrasto estava impaciente já. Faltava só o professor de… hm, não posso contar né, mas, apresentei meu padrasto pra ele e vi um brilho no olho dele. Eu já tinha transado várias vezes com esse professor, então percebi o que ele queria.Fiquei com medo do que poderia acontecer, mas curioso com as possibilidades. Estávamos os três sentados, eu do lado do meu cunhado e o professor em uma das mesas. Vamos dizer que seu volume estava bem a mostra, como sempre está.”

Eu tinha uma ideia de quem poderia ser. O professor Fábio andava SEMPRE de calção de esporte. O pau dele deveria ser muito grosso pelo volume que ele tinha mesmo mole.

Guilherme: “Meu padrasto olhava as vezes pra mala do professor, e ele, safado como sempre apertava ela se fingindo. Logo olhei pro meu padrasto que estava de terno, dava pra ver direitinho o contorno do seu pau. Foi aí que eu pensei -se eu transar com meu padrasto e meu professor num dia só vai ser meu recorde- e então falei pro meu professor falar das minhas habilidades. Você já deve ter descoberto que professor é, então, sim é o professor Fábio. Comecei a falar das minhas habilidades de corrida e que meu padrasto nunca tinha me visto correr. Fábio entendeu minha deixa e começou a perguntar que tipo de pai ele era pra mim, que nunca tinha visto. Meu padrasto logo falou:

Lúcio: Eu não sou o pai do Guilherme, sou seu padrasto, realmente eu trabalho bastante.. Deveria te ver correr.

Fábio: O ginásio está aberto, se tiver um tempo agora. Tá com seu uniforme na mochila Gui?

“Respondi que eu estava. Tivemos que convencer meu padrasto mais um pouco, com chantagem que nunca tinha ido nas minhas corridas, mas logo ele aceitou. Descemos pro ginásio e depois que entramos Fábio trancou a porta sem fazer barulho. Fui puxando meu padrasto Lúcio como quem quer mostrar tudo e fomos para o vestiário. Lá mostrei qual era meu armário e abri minha mochila, tirando o uniforme de dentro.

Guilherme contou que tirou a roupa ali mesmo, se trocando, ele era muito safado! Não sabia se algum dia conseguiria ser assim, tão explicito, tão promíscuo, mas que pra aprender algumas posições e ter um novo amigo já estava legal.

“Eu estava atando meu cabelo quando percebi que Lúcio estava muito duro. Fábio chegou muito duro também e começou a elogiar meu porte físico. Ele chegou mais perto e começou a tocar no meu peitoral. Lúcio estava observando a cena e cada vez ficava mais corado e mais duro. Logo, Fábio olhou pra ele e falou:

Fábio: Você também tem um porte bom, já correu?

Lúcio: Não não… eu fazia luta olímpica…

Nossa, eu não sabia o que era isso.. Então Guilherme me explicou. Parecia o esporte mais gay de todos, tinha muito contato físico. Ele me contou então que ele e o professor Fábio obrigaram Lúcio a demonstrar como era…

“Depois de se fazer de difícil fomos para o espaço com tatame de judô. Eu estava só de short de corrida, o professor Fábio de shorts e moletom e Lúcio de terno inteiro.

Lúcio: Como eu vou mostrar a luta? Eu estou de terno…

“Resolvemos isso fácil fazendo com que ele ficasse de cueca. Seu pau estava quase estourando pra fora da cueca e começou a escapar quando Fábio tirou o moletom e começou a lutar com ele. Logo estavam os dois no chão se beijando. Lúcio ficou de quatro no chão e Fábio ficou atrás tirando sua cueca e lambendo seu cu peludo. Ele não olhava diretamente pra mim, mas quando cheguei na sua frente e tirei meu pau pra fora da cueca ele começou a me chupar.

Fábio: Seu cu é muito gostoso, quero meter todinho nele

Guilherme: Isso, chupa, me caralho

Lúcio: e que caralho hein? essa porra é muito grande

“Fábio começou a enfiar seu pau grosso no cu do Lúcio, que gemia feito virgem, será que ele era? Eu não sabia, mas se fosse tinha perdido a timidez logo ou ele era sempre ativo. Fiquei de 4 na frente dele e ele começou a meter em mim. Fizemos tudo ali mesmo e depois batemos um pro outro. Fábio deixou para gozar por último, enchendo minha boca e a de Lúcio de porra. Depois disso ele agarrou nossas nucas e nos fez dar um beijo.

Guilherme: Ô professor safado viu? coitada da namorada dele… mas meio que foi isso, foi a melhor vez. Desde esse dia meu padrasto não olha direito pra mim – e ele ria – quero ver quando minha mãe for viajar de novo…

Eu estava impressionado com a história, com as histórias na real. Guilherme tinha feito um incesto e um menage no mesmo dia. Incesto praticamente né, pois era seu padrasto, mas mesmo assim!

Ficamos realmente amigos nesse dia, contei todo o meu drama e quando achei que Guilherme era só de sacanagem ele falou algo que fez muito sentido. Ele disse “siga seu coração, cara, mas ao mesmo tempo não deixa de seguir sua vida…” De primeira eu não entendi o que ele quis dizer, mas depois fez sentido. Eu não podia deixar de viver só porque uma esfera da minha vida estava complicada.

RESTO DAS FÉRIAS

Voltei a sair com meus amigos, voltei a fazer exercícios e ir na academia, comecei a conversar e sair direto com Guilherme (sem medo que fossem me chamar de gay só por ele ser gay) e nos tornamos grandes amigos. Comecei a realmente viver minha vida. Ao mesmo tempo disso, esperei ansiosamente o dia que Bernardo voltaria. Olhava suas redes sociais para saber o dia que chegaria e esse dia chegou. Lá estava a foto dele, voltando pra casa. Procurei na internet os horários de vôo e achei o que ele estava.

Peguei o skate e corri para o aeroporto, não tinha muito tempo.

No caminho para o portão que seu avião chegaria vi Matheus desembarcando. Ele me abanou e abanei de volta. Será que nossa amizade estaria intacta? O que será que ele acharia da minha amizade com Guilherme? Ainda mais agora que eu sabia que eles tiveram muitos momentos íntimos juntos. Balancei a cabeça ignorando esses pensamentos. Não tinha muito tempo para pensar nisso.

Cheguei com apenas dois minutos de sobra, olhei para o lado e vi uma floricultura. Nela comprei uma Rosa. Cheguei no portão de desembarque que Bernardo sairia. Lá estava ele, conseguia ver de longe. Ele estava lindo, um pouco bronzeado e até queimadinho do sol. Com um brilho no olho.

Eu tava tão feliz de vê-lo logo, queria abraça-lo, dar muitos beijos.

Esperei tanto pra isso, só queria ele, sentir seu cheiro doce.

E então eu vi ele e um garoto, um garoto bonito d+.

Tinha outro com ele, estavam íntimos demais.

Lágrimas começaram a sair, a Rosa caiu.

e então eu fugi correndo.

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3 comments

  1. Cara esse incesto com o padastro e o professor d+, Ainda acho que o Ber deve ficar com Rodrigo.

  2. É…. dificil !

  3. Sabiaaaa rsrs enfim quero ver logo rsr amei esse teve pouca história achei que ele iria transar mas enfim gostei..

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