Home / Contos / Desejos de Colégio – Capítulo 18 – Férias do Matheus

Desejos de Colégio – Capítulo 18 – Férias do Matheus

Tudo o que aconteceu com Bernardo e Rodrigo acontecia uma fumaça hoje. Uma semana de férias já havia passado e eu recém começava a arrumar minhas prioridades. Meu boletim chegou e realmente, os 7’s que tirei durante todo o semestre não seria o suficiente para passar no vestibular seriado. Na outra metade do ano decidi melhorar. Decidi estudar mais e com isso, passar no meu curso de escolha (que temos que optar no meio do terceiro ano).

Uma semana atrás Bernardo flagrou eu e Rodrigo conversando sobre a infeliz vez que tivemos uma “coisa”. Foi um erro e esse erro me fez ver que eu gostava dele sim. Só que ele não quis saber, ele desligou seu número e foi viajar, deve ter me bloqueado, eu não sabia o que esperar quando ele voltasse. Mas uma semana era até demais, tinha que aproveitar minhas férias.

A VIAGEM

Meus pais, provavelmente querendo se livrar de mim, me inscreveram no acampamento de verão do meu tipo. Pelo menos era em Santa Catarina e seria bom ir pra praia, além disso, faziam anos que não via meu Tio Gustavo e meus primos.

Fui pro aeroporto e fiquei pensando em Bernardo de novo. Ele tinha passado por alí.. abri meu celular e procurei ele nas redes sociais. Achei fotos dele na praia, já comecei a segurar meu pau por cima da bermuda pois já havia começado a imaginar sua bunda nua.

“Droga Matheus, tenta esquecer esse garoto, curte suas férias, que tal?” uma voz na minha cabeça falava. Mas outra falava “Daqui três semanas você verá ele de novo e aí? Como vai ser?”

Não sabia responder nenhuma das perguntas.

PREPARATIVOS PRO ACAMPAMENTO

Chegando no aeroporto de Santa Catarina quase não reconheci Gabriel, o meu primo mais velho e Marcos, o mais novo. Gabriel tinha 20 anos e Marcos tinha 16. Eles também demoraram pra me reconhecer mas logo vieram me abraçar. Chegamos na fazenda grande do tio, que tinha uma grande floresta. Os acampamentos do tio Gustavo eram sempre bem divertidos e eram para só para garotos de 15 até 18 anos.

Cheguei um dia antes das atividades começarem então era só eu, tio Gustavo, Gabriel, Marcos e o irmão do meio, João (que tinha 18). Cheguei na casa e logo vi João, todo fardado. Lembrei da última vez que vim aqui pra casa do tio Gustavo e fiquei corado enquanto João me olhava ficando vermelho também. Uns dois anos atrás, João que me ensinou a bater punheta. Acho que a maioria dos meninos tem aquele primo ou amigo mais velho que sabe mais. O interessante é que ele foi quem me ensinou a bater mas também foi meu primeiro beijo. Acho que isso nos fez ficar distantes depois disso.

Matheus: oi João -cheguei indo abraça-lo

João: Oi, quanto tempo.. -ele estendeu a mão para me cumprimentar.

Ele ainda lembrava, assim como eu, dos acontecidos. Mas eu era de boa, ele que estava sendo tenso.

NAQUELA NOITE

O tio Gustavo não estava em casa ainda, estava só minha tia (que era irmã da minha mãe) e meus três primos. Pelo que entendi nas conversas, João estava entrando no exército. Gabriel estava cursando Medicina e Marcos estava no segundo ano. Marcos me invejava por ter o vestibular seriado, aqui em Santa Catarina não tinha.

Gabriel e Marcos eram muito legais e calorosos comigo, cheios de brincadeirinhas e agarrões. Mas João ficava longe, só observando. Os três eram bonitos, mas eram muito diferentes entre sí.

Gabriel era loiro, que nem eu, mas seus fios eram grandes cachos que nem o tio Gustavo. Seus olhos também eram azuis mas não tão claros quanto os meus. Ele tinha um corpo normal, nada definido, mas era o mais alto com 1,78. Já Marcos tinha um cabelo castanho e liso, igual o da sua mãe, ele tinha covinhas ao sorrir e era o mais baixo, tinha 1,70 sendo menor que eu. Já João, João sim havia mudado bastante. Seu cabelo era encaracolado que nem o do Gabriel pela minha memória, mas agora, tinha passado a máquina três para entrar no exército. Era o mais forte, e dava pra ver por sua camisa sarja militar, músculos definidos. Ele tinha 1,77 só perdia por pouco de Gabriel.

Estávamos comendo e o tio Gustavo chegou, ele sabia se manter, ainda parecia o mesmo de anos atrás. Seu cabelo loiro escuro, com cachos grandes e um sorriso simpático veio correndo me abraçar. Depois de reclamar do quanto tempo eu não aparecia e que sentia minha falta, agradeceu por eu ter vindo. Logo começou a falar sobre o acampamento e a noite passou voando.

NA MADRUGADA

Me colocaram para dormir no quarto de hóspedes. Aquela casa era enorme, mas minha memória ajudava a me achar. O quarto de João era logo ao lado, já estava me perguntando se ele entraria aqui que nem anos atrás.

Estava pensando nisso quando ouvi passos no corredor. Será que era João como na minha lembrança? Eu estava só de cueca deitado no escuro então quando a porta abriu fingi dormir. Ouvi passos e a porta trancando pelo lado de dentro.

“Será que ele ainda tem sono pesado?” falava uma voz baixinho “acho que sim, a gente sempre zoava ele por isso lembra?” falou outra. Eu não conseguia distinguir quem eram, mas continuaram a entrar e subiram um de cada lado da cama. “Ele tá bem gostoso” falava a primeira voz. “Sim, vamos bater uma pra ele, punheta de boas vindas” falou a outra voz mais alto.

Eram Gabriel e Marcos, agora consegui distinguir as vozes. Meus primos! Que safados! Mas eles eram irmãos, será que ficavam?

Uma mão começou a acariciar meu corpo, meu pau estava ficando duro, me movi uns centímetros e senti os dois saírem da cama rápido. “Será que já tinham feito isso?” me perguntei. Eles voltaram e continuaram a me bulinar. Meu pau estava explodindo dentro da cueca e já havia começado a babar. Não sabia o quanto mais eles fariam, então continuei deitado ali. Foi então que ouvi barulhos de beijos e abri um pouquinho os olhos. Ambos estavam se beijando ali na minha frente. Não sabia se ficava tenso, com tesão ou se achava que aquilo não deveria acontecer. Logo ouvi batidas fracas na porta e me movi de novo. Eles saíram da cama e foram até a porta.

– Quem é? – disse um deles falando baixinho, tentando me imitar

– Larga disso Gabriel, eu sei que vocês tão aí -Era João na porta, o que estava acontecendo nessa casa? Eu me perguntava. Esperei eles destrancarem a porta e ouvi João entrar. -Vocês podem parar de abusar do menino? Ele tá dormindo. -João veio tentar me ajudar.

– Deixa a gente se divertir, porra, olha ali o menino tá duro. -Era Marcos falando.

– Ele tá desacordado, não é certo. Eu sabia que vocês não tinham parado com essa putaria, mas o que vocês fazem entre vocês eu não to nem aí, mas com outras pessoas tem que ter consentimento. Não sabiam que isso é considerado estupro?

– Caralho João, calma, a gente só ia bater uma pra ele. Ninguém ia estuprar o gostoso… só se ele quisesse.

Eu continuava a fingir estar dormindo, queria ver no que isso iria dar.

-Eu vou ficar aqui. Vou observar ele todas as noites, vocês não vão fazer nada que ele não queira. -João continuava a falar

-Estraga prazeres -disseram os dois juntos e saíram do quarto.

Abri os olhos e João estava me olhando. Eu ainda estava duro e fingi que não tinha escutado nada.

-João? Opa -puxei o lençol pra cima – Desculpa.. tá tudo bem? -falei

– Tá sim- ele falou se assustando um pouco – só vim ver se estava bem… Tá tudo bem?

-Tá sim.. tá tudo bem contigo? -perguntei

-Tá, hm, eu vou pro meu quarto. Tranca essa porta quando eu sair? -ele falou

Resolvi me aproveitar. Afinal ele não sabia que eu tinha escutado tudo. Respondi “Por que trancar? É perigoso aqui?”

Levantei da cama e fui até a porta onde ele estava. Fechei a porta com ele dentro e tranquei. -Pronto, trancada.

Ele me olhava de cima, estava de camiseta mas dava pra ver seus mamilos um pouco duros.

-Não é perigoso, só fica mais seguro assim.. deveria esperar eu sair pra trancar.. -ele falava sério.

-E se eu quiser você aqui dentro?

-Deixa eu sair Matheus… -ele parecia chateado, mas falava sério, achei melhor não brincar mais e deixei-o sair.

PREPARATIVOS

No dia seguinte os inscritos no acampamento já estavam chegando. Eram muitos meninos bonitinhos, mas minha paixão antiga pelo João voltou com tudo, ignorei totalmente meus outros dois primos (que provavelmente tinham uma relação bem incestuosa) e também deixei todo o drama com o Bernardo escondidinho no fundo do coração, mal tinha pensado em Rodrigo. Continuei ajudando o tio Gustavo na preparação.

Tivemos o sorteio de times, tudo bem certinho e fiquei com sorte do João estar no mesmo que eu. Aproveitei que o tio estava distribuindo as barracas com João e cheguei do lado falando “podemos durmir juntos, que acha?”. Meu tio já sorriu “isso, durmam nessa, preciso dos meus monitores juntos!” falou entregando uma barraca de 2 pessoas.

Pronto, agora ele dormiria comigo pelas próximas 2 semanas. Quero ver o que vai acontecer.

NOITES DE ACAMPAMENTO

Mais uma semana passou voando e só restava mais uma de férias. João deu o jeito dele de dormir em outra barraca que montou pequena perto dos novatos. Fora isso, as atividades estavam indo bem e estava conseguindo distrair minha cabeça. Mas nos momentos de atividades livres eu não queria me enturmar muito, mesmo que Gabriel e Marcos tentassem conversar e João mantinha distância. Nesses momentos eu só conseguia rever meu semestre. Muita coisa aconteceu… mas de todas elas minha mente começou a fixar em Bernardo. Droga, estava voltando. Entrei em seu facebook de novo, mais fotos dele se divertindo. “Será que pensou em mim?” Eu indagava. Logo que comecei a pensar nisso uma gritaria veio de longe.

Um dos meninos mais novos conseguiu por fogo em duas barracas, sendo uma a de João. Conseguiram apagar sem grandes danos, mas não sobrou escolha, ele teria de ir dormir comigo.

Depois de mais umas duas atividades fomos deitar. João entrou com uma lanterna na barraca, colocando seu saco de dormir. Eu já estava me arrumando para deitar e fui buscar uma água. Quando voltei ele já estava virado de costas pra mim.

– Te fiz alguma coisa João? -falei, baixinho

Ele se virou pra mim, olhando pela primeira vez (em muito tempo) nos meus olhos e respondeu “não, é que, eu não queria ser assim”.

-Assim como? -respondi

-Não quero me sentir atraído por ti… Não quero ser gay. Você foi o único cara que eu beijei e fiz algo a mais e longe de ti eu consigo mascarar e enterrar tudo isso, mas…

-Não deveria mascarar e enterrar algo que você é. -interrompi ele e falei

– Não sou. Não quero ser. Não vou.. -ele negava, ficando vermelho de raiva

Larguei a lanterna e me aproximei aos poucos. Coloquei a mão em seu rosto falando “não tem nada de errado em ser assim, não somos diferentes de ninguém, não somos aberrações. A sociedade que não entende, mas cada vez está melhor, cada vez mais gente se junta a essa luta. Nunca pude fazer muito, talvez por ser muito novo, as vezes por medo.. Mas aos poucos eu entendo que nada disso é errado e não deveria esconder de ninguém. Mas se precisa mascarar e esconder, que seja dos outros por um tempo, não de sí mesmo” falava tudo isso, coisas que nem tinha certeza pra mim mesmo, mas que sentia ser o certo a falar olhando nos olhos dele.

-Você é bem maduro pra sua idade… Como tem tudo isso resolvido já?

-Eu não tenho, eu só falei o que acho, o que li, o que já conversei com outros meninos… Tenho um amigo de um ano superior ao meu que é muito bem resolvido. Ele já me falou muita coisa… Aos poucos vou me entendendo melhor também. Você deveria parar de fingir algo que não é, pelo menos não pra ti.

– Eu não sei o que fazer, como começar…

-Eu sei..

E com as minhas mãos em seu rosto, beijei João. Sua barba roçando no meu rosto, seu hálito fresco e ao mesmo tempo doce começou a invadir minha boca. Minhas memórias de alguns anos atrás voltaram e tentavam reviver o beijo antigo mas o de agora invadia criando novas memórias.

João me beijava com uma vontade grande,vontade de quem esperou muito tempo, tempo até demais pra isso. Ele saiu do seu saco de dormir e entrou no meu, me abraçando e me envolvendo de lado. Eu sabia o quanto aquilo era difícil pra ele. Minha mente estava em vários lugares ao mesmo tempo, mas naquele momento eu decidi estar ali.

Tirei minha camiseta e peguei suas mãos, colocando-as no meu peitoral. Elas tremiam mas faziam carinho em mim. Tirei a camiseta dele e então estava sentindo João retrair. Abracei-o e falei em seu ouvido “se entrega a ti mesmo, tá na hora de se conhecer”. E então ele me beijou de novo, tocando seu peitoral no meu e fundindo nosso calor em um.

Nossos paus se tocavam pelas bermudas e ele me puxava pra perto para sentir mais. “Não sei bem o que fazer…” ele falava, me olhando e ficando vermelho. “Sente o que quer e me fala isso pelos seus movimentos, pelos seus beijos”.

Ele fechou os olhos e tirou a bermuda, depois tirou a minha. De olhos fechados suas mãos começaram a percorrer meu rosto, meu peitoral, minha barriga, tocaram no meu pau sentindo cada pedaço. Era bem excitante isso, relaxante ao mesmo tempo. Suas mãos foram parar nas minhas costas, descendo pra minha bunda. Eu estava disposto ao que ele quisesse fazer, estava com a mente 99% naquele momento. Então João deitou, me puxando pra cima dele.

Ele abriu os olhos, sorrindo de canto pra mim e perguntando se eu queria. Falei que sim e então puxei da minha mochila uma camisinha. Coloquei no pau dele e comecei a sentar. O prazer em seu rosto a qualquer pequeno movimento de entrar na minha bunda era indescritível.

-Nossa -ele cochichava – eu nunca senti nada igual..

Continuei fazendo movimentos com minha bunda enquanto ele se retorcia tentando não fazer muito barulho para que ninguém acordasse.

“Será?” “Será que João era virgem?” comecei a pensar enquanto sentia seu pau entrando em mim.

Ele era muito gostoso, mas estava bastante tímido. Deitei em cima dele, ainda com seu pau dentro de mim e falei em seu ouvido “faz o que quiser comigo”.

Isso o atiçou, logo ele tomou o controle de mim e pegando forte minha bunda com as mãos começou a meter bem fundo. Tinha que me segurar pra não gemer, estava muito gostoso. Depois ele me colocou deitado e continuou enfiando. Comecei a não conseguir ficar quieto e gemia baixinho. Tive que tapar minha boca com as mãos. João pegou no meu pau enquanto me comia e começou a bater, me fazendo gozar de tanto prazer e gozando muito dentro de mim, dava pra sentir quentinho lá dentro.

Deitamos depois de eu me limpar com uma toalha, um de frente pro outro, enquanto ele fazia carinho no meu cabelo eu fazia em seu rosto.

-Você nunca tinha feito isso?

-Não com um menino. -ele respondeu ficando vermelho

– Valeu a pena?

– Eu tenho que me acostumar.. aceitar quem eu sou.. isso pode demorar. Mas você me ensinou que vale a pena. Não só pelo sexo, mas pelo sentimento de ser quem eu sou e a liberdade de fazer o que quero, não vale a pena me diminuir por ninguém.

Sorri de volta. Estava feliz por ele. Estava feliz por ter ajudado alguém. Mas não conseguia tirar Bernardo da cabeça. O que ele estaria fazendo agora?

AEROPORTO

João virou um grande amigo e confidente. Ele me contou tudo de seus irmãos, quando descobriu que eles estavam “juntos”. Era uma história complicada, mas que seus pais ignoravam a existência mesmo estando na cara. Me contou de suas tentativas em segredo de não ser gay e como era torturante. Contei pra ele de Guilherme, contei de Rodrigo e contei de Bernardo. Ele me deu muitos conselhos e agradeceu pelos meus. Ficamos muito amigos, mesmo. Eu estava feliz por isso.

No último dia do acampamento eu fui até o alto da floresta, achei um morro e sentei em uma pedra onde conseguia ver o acampamento todo. Do meu lado tinham muitas flores, de todos os tipos, fui seguindo com os olhos as margaridas, girassóis e rosas pelo caminho e logo consegui ver de longe Gabriel e Marcos. Eles achavam que estavam sozinhos, na verdade estavam, mas acho que pensavam não serem vistos longe de todos, então pareciam bem a vontade. Gabriel pegava na mão de Marcos livremente, Marcos sorria de volta pra Gabriel.

Eu não entendia. Mas será que era tão errado assim? Eram irmãos né. Mas muita gente dizia o mesmo de dois homens no passado (até hoje em dia dizem). Não sei se posso julgar, eles pareciam felizes juntos.

Ignorei a presença deles morro abaixo e olhei pro céu. “O que meu coração queria pra ser feliz?” Vinham imagens do semestre que passou, Guilherme, Rodrigo, Bernardo…

Abri o Facebook e comecei a ver fotos de todos, comecei a pensar nas experiências que tive. Então decidi.

No dia seguinte arrumei as malas, dei tchau para todos (em especial para João que prometeu manter contato) e peguei o vôo para minha cidade.

**

*

próximo capítulo do Rodrigo e depois descobriremos o que aconteceu no Aeroporto 🙂 Era Matheus no aeroporto ou vai ser Rodrigo?

Que estão achando? Rumo ao fim agora…

E João? Gostaram do personagem?

Gabriel e Marcos? Incesto? Opiniões sobre isso?

Aguardo comentários, críticas, opiniões, sugestões, torcidas… 😀

About gayson

Check Also

Confusões no Colegial – Capítulo 10 – Gripe

−Perfeitos. Simplesmente perfeitos (suspiros). Aqueles abdomens malhados, braços musculosos e os bumbunzinhos… (mordisca os lábios …

7 comments

  1. Acho bacana tudo que vc esta explorando !

  2. NECESSITA-SE DE UMA SEGUNDA TEMPORADA !!!!!

  3. Isto está sensacional, a emoção, o drama é como se fosse uma história real. É difícil esperar por um novo capítulo porque quando eu vou lendo mais eu quero saber o que vai acontecer. Continue com o bom trabalho, acho que os contos que vocês escrevem são sensacionais, eu até queria saber se vai ter um segundo conto do “Príncipe Impossível”.

  4. eu amei o incesto incrivel parabens o joao tambem teve um otimo papel e as ferias do rodrigo estou ansioso por esse capitulo

  5. eee Matheus me surpreendendo cada vez mais kkk mas mesmo assim quero que ele fique com o Matheus hahaha ou um namoro a 3 com o Rodrigo

  6. Hummm Eu estou na duvida, eu acho que é o Rodrigo, mas pode ser o Mateus pq teve um trecho que ele disse: “Então decidi” o que seria isso?.. E dois irmão que fica junto humm acho errado. Mas ninguém e correto, cada um ama de um jeito. Joao me fez lembrar o Rodrigo jeito meigo etc.. Mas ele teve mais iniciativa graças ao Mateus.. Mas gostei..

  7. anderson vinicius

    E o Rodrigo. ?

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *