Home / Sem categoria / Conto Gay – Pure Seduction II – Pai e Filho

Conto Gay – Pure Seduction II – Pai e Filho

Otavio entrou no banheiro e foi mijar, estava com o box aberto, o vi mijando com seu pau meia bomba devido ao fluxo da urina, que cacete bonito me lembrei das minhas aventuras antes de casado, meu filho olhou para mim e me perguntou o que eu estava fazendo olhando para ele com meu cacete duro daquele jeito parecendo um tarado rimos e disse que estava apenas vendo como meu filho cresceu. Otavio olhando para mim ainda com seu pau para fora começou a sacudindo para meu lado e disse:

– Está dizendo que cresci apenas por isto?

– Não Otavio, não só por isso, mas por todo o conjunto olha como você está forte, bonito.

– O Senhor também e muito bonito pai, me espelho no senhor, posso entrar aí também? Estou morrendo de calor.

– Não sei se é uma boa ideia.

– Vergonha de mim papai?

– Não, não é isso, bobeira minha, vem cá filhão.

Otavio entrou, nossa aquele tesão de garoto tão próximo, todo molhado, nos corpos se esbarrando, se tocando pela proximidade, meu pau não amolecia por nada, o de Otavio também duríssimo, resolvi sair, Otavio disse que ficaria mais um pouco, ouvi Otavio gemendo baixinho e o som de punheta.

Eu também estava louco de tesão e bati uma no quarto limpando o gozo no lençol, deitei e fechei os olhos, logo depois sinto Otavio se deitando ao meu lado, continuo de olhos fechados fingindo dormir, meu filho passa a mão bem de leve em meu rosto, e em meu peito, beija minha face e deita em meu peito, da alguns beijos em meu peito e fica alisando, passando as mãos em meus pelos, aquilo me deixa ainda mais excitado e digo:

– Aí meu filho faz isso não, sabe como papai está carente.
– Está falando disso papai.
– Diz pegando em meu pau
– Otavio, o que está fazendo?

– Não posso bater uma punheta para meu pai? Quer me dizer que nunca bateu uma para um amigo do senhor quando era mais jovem?

– Você já?

– Não, pois sempre fui muito tímido e o único que tinha vontade era…

– Quem meu filho me diz, tinha vontade de bater punheta para algum amigo seu? Não vou brigar apenas confie em seu pai.

– Não pai, não era para nenhum amigo era para o senhor mesmo.

– Ouvir aquilo, a falta que estava de sexo e sentir a mão de meu filho me masturbando lentamente, me tirou de mim, trouxe seu rosto para perto do meu eu e o beijei, chupava seus lábios, sugava em sua língua, passava a mão por todo seu corpo, Otavio retribuía, percorrendo cada centímetro de meu corpo com suas mão macias, começou a deslizas seus lábios em meu peito e passou a lamber meu cacete, lambeu tudo até meu saco e colocou tudo que pode na boca, babou, mamou, beijou chupou um pouco desengonçado no começo mas assim que pegou o jeito foi ainda mais delicioso, aprendeu rápido e me fez gozar em sua boca, fiz menção de tirar mas ele apertou com a boca informando que queria minha porra, o alimentei com meu leite e depois foi minha vez dei um banho de língua em meu garoto, lambi todo seu corpo seu peito suas axilas chupei sues mamilos, lambi toda suas costas, mamei em sua rola de 16 cm e seu saco passei a enfiar e a babar em seu buraquinho peludinho, que delicia, que loucura. Gemendo Otavio pedia para que eu o enrabasse, que eu o comece que a muito esperava por aquilo, todo suado excitado, cheio de tesão, lubrifiquei bem seu botãozinho e o alarguei o máximo com meus dedos. Coloquei meu cacete na porta de seu cu e forcei. Otavio Gritava e gemia de dor e prazer, fui devagar enfiando aos poucos, parava e voltava a enfiar Otavio pedia mais comecei a bombar, gemia cada vez mais me apertava me puxava para seu encontro enquanto eu o comia de frango assado, me beijava e me lambia suávamos de pingar, dizíamos coisas sem nexo, pedíamos mais, gemíamos, e gozei litros no rabo do meu filho, transamos a noite toda em várias posições até que caímos exaustos, suados e gozados e adormecemos.

Acordei com Otavio dormindo ao meu lado, nu, que corpo lindo, parecia um anjo, mas um arrependimento uma sensação de culpa se abateu sobre mim, levantei tomei um banho e fui correr. Ao chegar encontro Otavio tomando café da manhã apenas de cueca e como se nada tivesse acontecido me chama para acompanha-lo e me pergunta porque eu não o chamei para correr junto comigo, disse que precisava pensar em algumas coisas e que ele estava dormindo tão profundamente que ficou com pena de acorda lo. Otavio terminou o café e saiu, voltou na hora do almoço, almoçamos e fomos assistir tv, depois de um tempo sentados em sofás separados, meu filho vem e pede para deitar comigo para assistir ao filme. Em poucos minutos fico excitado com o contato de sua pele, seu perfume, seu calor, ele percebe e começa a me acariciar e logo já estamos nos beijando e agarrando, transamos novamente, muito, várias vezes em todas as posições, fui penetrado por Otavio e como comia bem o garoto que cacete gostoso, não sei se foi o tempo que passei sem, mas foi muito bom, conversamos expus a situação e Otavio disse que nada mudaria entre nós apenas ficaria mais interessante pois agora tínhamos algo a mais em comum e só nosso, ninguém precisaria saber. Aquela maneira de pensar, aquele jeito maduro e ao mesmo tempo angelical me deixou orgulhoso, comovido e excitado.

Os dias se passaram minha esposa voltou, voltamos a rotina de antes com algumas diferenças, minha libido tinha sido despertada, meu desejo aumentado, eu estava com um fogo novo, transava com minha esposa de manhã, com meu filho após a natação, às vezes antes de dormir novamente e com minha esposa a noite, tudo isso quase todos os dias.

Após alguns meses minha família foi convidada para ir a um casamento em uma cidade próxima, o casamento foi muito bonito a festa ótima, o casal era de amigos de longa data, conversamos muito com pessoas que não víamos a anos, nos divertimos muito. Conversando com alguns amigos moradores da cidade descobri algo que me deu uma ideia de imediato, a cidade não tinha muita diversão para os jovens e um sonho antigo voltou, construir uma boate, poderia caso não desse certo alugar para festa que sem dúvidas daria resultado, pois até para o casamento que fomos foi complicado encontrar lugar pelo fato de ter poucos salões na cidade.

A ideia madurou durante alguns meses, pesquisei sobre o empreendimento, as possibilidades fiquei em contato com meus amigos e resolvi ir até a cidade para sondar melhor, ver terreno, concorrentes em fim estudar o terreno, tudo com total apoio de minha esposa e filho. A estrada não estava muito boa um pouco depois da entrada na cidade meu pneu furou, para variar o estepe estava furado e não pude trocar, o celular sem sinal, esperei um pouco e como não passava ninguém resolvi ir andando quem sabe encontrava alguém ou uma borracharia. Um carro parou depois de alguns minutos de caminhada, um rapaz me perguntou o que tinha acontecido expliquei e me foi oferecido uma carona, pouco papo, mas solicito o rapaz me deixou na borracharia mais próxima, busquei meu carro c om o borracheiro, porem uma peça do carro estragou ainda bem que o borracheiro era também mecânico e meu carro já ficou por lá mesmo para o reparo a peça demoraria para chegar pois na região não tinha variedade de peças do modelo que precisava de pronta entrega, ficaria na cidade por dois dias o que me possibilitaria pesquisar e avaliar meu projeto com mais calma.

Fiquei em um hotel e acordei com um puto tesão bati uma punheta e depois fui correr, passei em uma corretora para verificar os terrenos e para minha surpresa encontro o rapaz que me deu carona na estrada, o mesmo se apresentou como filho do corretor e como o pai estava doente por aqueles dias, iria me mostrar a cidade e os terrenos disponíveis, conversei sobre meu projeto e o mesmo me mostrou as duas casas noturnas da cidade. Meus concorrentes eram menores e tímidos perto do que estava planejando, o rapaz disse que lucro eu teria, pois, a cidade tinha várias outras menores por perto e nelas não haviam boates, apenas bares e praças usadas pelos jovens e que a novidade seria bem-vinda.

Samuel um rapaz muito bonito, moreno forte, pernas grossas e bunda redonda arrebitada, parecia ter pelos no peito, pois dava para ver alguns pelos pela abertura da camisa polo que usava, parecia ser tímido, pois ficava um pouco sem graça quando eu falava sobre mulheres, perguntava sobre as moças da cidade, sobre ele, quando passava alguém na rua cumprimentava com sertã timidez, aquilo me deixou um pouco atento ao rapaz, me chamou atenção, além da excitação por estar o dia todo sem transar depois do meu libido ter ganho força.

Liguei para a casa, fiquei falando várias sacanagens com meu filho por telefone, batendo punheta e assistindo filmes pornô dormi.

No outro dia logo cedo após me masturbar fui correr e encontrei Samuel, convidei o para me acompanhar mas o mesmo com o rosto corado dispensou meu convite, o rapaz estava com um short curto de jogador de futebol mostrando sua bundona e uma camisa velha apertada nos braços e peito, me deixando louco, corri mais, comprei depois o terreno, e comecei a busca pela documentação do empreendimento, dado início voltei para casa e louco de tesão transei muito com minha esposa e meu filho, mas Samuel não me saia da cabeça.

Autor: Mrpr2

About gayson

Check Also

Te amei, amo e sempre vou te amar – Capítulo 14 – A Armadilha

Na segunda feira depois de atender um cliente fora da imobiliária chego e assim que …

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *